
Além de aumentar os números na balança, o
consumo m excesso do açúcar provoca problemas para a saúde. A afirmação
faz parte do discurso de boa parte da população. Entretanto, difícil
mesmo é lembrar desta informação e, principalmente, resistir à tentação
ao ver tantos produtos saborosos e extremamente adocicados espalhados
pelas prateleiras de diversas lojas.
Números do Ministério da Saúde
demonstram que o brasileiro consome cerca de 50% a mais de açúcar do que
a quantidade recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Das
80 gramas diárias, 64% são açúcares adicionados. Não entendeu? É, por
exemplo, aquela quantidade que a pessoa despeja no café. Os outros 36%
estão presentes nos alimentos industrializados.
Acordo
Por conta disso, o Brasil assinou um
acordo com as associações do setor produtivo de alimentos para reduzir
144 mil toneladas de açúcar de bolos e misturas para bolos, produtos
lácteos, achocolatados, bebidas açucaradas e biscoitos recheados. A meta
é até 2022.
Os biscoitos sofrerão uma redução de
62,4% da quantidade de açúcar de sua composição. Na sequência estão
produtos lácteos, com menos 53,9%, misturas para bolos (até 46,1%),
bebidas açucaradas (até 33,8%), bolos (32,4%) e achocolatados (até
10,5%).
Doenças
Apesar de saboroso, o açúcar não possui
vitaminas nem mineiras, fornecendo apenas calorias vazias para o corpo.
Ainda de acordo com dados do Ministério da Saúde, o alto consumo do
produto provocou um crescimento de casos de diabetes de 54% nos homens e
28,5% nas mulheres
O açúcar provoca ainda outros problemas,
como: obesidade, câncer, gordura no fígado, colesterol alto, gastrite,
pressão alta, trombose, cáries, entre outros
Mudança de hábitos
Mas não ainda apenas aguardar a redução
da quantidade de açúcar nos alimentos industrializados. Para realmente
evitar os riscos provocados pelo consumo excessivo é preciso mudar os
hábitos alimentares, conquistando assim uma melhor qualidade de vida.
Além de diminuir a quantidade de açúcar
despejado no cafezinho e em outros alimentos, é fundamental evitar o
consumo de refrigerantes e sucos artificiais por exemplo. A prática de
atividade física também não pode ser deixada de lado.
Fonte: Estadão Conteúdo


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