Preocupado em deixar o seu legado preservado, em benefício das gerações futuras, Luiz Gonzaga idealizou e construiu o seu próprio museu, o Museu do Gonzagão, em Exu-PE. O Parque Aza Branca uma ONG constituída sob forma de uma sociedade civil sem fins lucrativos dispõe do maior acervo físico, deixado por Luiz Gonzaga. É este lugar que hoje se organiza e abre os braços para o nosso povo e para a nossa cultura.
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Parabéns querida Exu Terra do rei do baião
Berço da heroína Bárbara E do saudoso Barão
É um recanto ecológico Com sítio Paleontológico É abençoado o seu chão.
Berço da heroína Bárbara E do saudoso Barão
É um recanto ecológico Com sítio Paleontológico É abençoado o seu chão.
chapéus de couro, fitas e Cd´s.
Casa Grande: Móveis e utilitários de Luiz Gonzaga e D.Helena. O quarto do casal em sua forma original, sala de visita, cozinha, objetos pessoais, televisor e outros objetos.
O espaço dedicado ao típico ritmo nordestino foi inaugurado em 1999. Atualmente, ele é formado por três salas, mas deve ser ampliado em breve. Entre as peças do acervo, é possível ver a roupa que Luiz Gonzaga usava quando morreu e objetos pessoais como óculos, sanfona, gibão, documentos e cartas amorosas que ele trocava com sua última mulher, Edelzuita Rabelo. Muitos dos objetos foram doados por ela.
Além disso, um ambicioso museu interativo em homenagem a Gonzaga e à cultura sertaneja está sendo construído no Porto do Recife, e deve ser parcialmente inaugurado no dia 13 de dezembro deste ano (data que marca o centenário de nascimento do músico). A seguir, conheça esses quatro espaços:
O primeiro, situado em sua cidade natal (Exu), foi idealizado pelo próprio Gonzaga, já sabendo que seu nome ficaria gravado na cultura do país. É lá que ele está enterrado, em um mausoléu construído como uma homenagem de seu filho, Gonzaguinha. Também é possível conferir peças do seu vestuário, fotografias, documentos e discos raros em um museu em Caruaru, no interior do estado, e em um memorial no Recife.
























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