Um crime bárbaro chocou a cidade de Missão Velha no final da tarde deste sábado (10). Os irmãos Pedro Augusto Matias Alves, de 3 anos, foi morto com golpes de pauladas, e a sua irmã, de apenas 1 ano e 3 meses, espancada e esfaqueada. O crime aconteceu no Sítio Logradouro, na zona rural de Missão Velha. O principal acusado do assassinato é Damião dos Santos, de 31 anos, o Cabelinho. Ele invadiu a casa das vítimas e começou a espancar as crianças. A menina encontra-se internada no Hospital São Vicente, no município de Barbalha.

Segundo a mãe das vítimas, Maria das Dores Tavares Leal, Dorinha, o acusado havia usado maconha. Ele se aproximou de uma cerca, próximo a entrada da casa e exigiu que Dorinha ficasse na residência. A dona de casa chegou a entrar para fazer o mingau do filho, enquanto a criança dormia no chão. Dorinha acomodou a filha na rede, e, quando menos esperou, o acusado estava na porta de entrada da residência. “Decidi sair para pegar uns panos e ele entrou para matar os meus filhos”, afirma em entrevista exclusiva ao repórter do miséria.

Ao ver o Damião com uma faca, Dorinha saiu correndo em busca socorro. A menina foi a primeira vítima. Ele saiu da casa puxando a criança pelos cabelos e com uma faca na mão. Em seguida atirou a criança na calçada, já ensangüenta. A menina por pouco não chegou a ser degolada. A garota ficou ferida com um corte de faca na boca e uma perfuração na garganta. Já o garoto, foi espancado dentro de casa a pauladas, e morreu provavelmente no local do crime, embaixo da rede onde dormia a irmã.

 
Dorinha afirma que ao ver a cena em que a filha era atirada no terreiro de casa, correu imediatamente para socorrer também o filho, que a essa altura já havia sido espancado até a possível morte. Damião disse para a mãe das vítimas que havia usado maconha. Moradores da localidade estão revoltados com a ação do acusado, que constantemente ingeria bebida alcoólica em bares nas proximidades.

 
As duas crianças chegaram a ser socorridas para o Hospital São Vicente, em Barbalha, mas o menino chegou ao local já sem vida. A garota foi encaminhada para o Hospital Santo Antônio, na mesma cidade, por suspeita de espancamentos na cabeça, mas retornou em definitivo para o São Vicente, onde se encontra internada. O seu estado é grave. O principal acusado do crime está foragido.
Fonte: Miséria

Em plebiscito, eleitores do Pará rejeitam divisão do estado em três | Agência Brasil

Com cerca 18% dos votos apurados no Pará, "não" sai na frente

Por Patrícia Monteiro
MARABÁ (Reuters) - As urnas do plebiscito sobre a divisão do Estado do Pará foram fechadas no final da tarde deste domingo e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) informou que não há previsão para o horário de divulgação dos resultados, embora o presidente do TSE Ricardo Lewandowski tenha afirmado que a divulgação deverá ocorrer ainda neste domingo.
Com 18,35 por cento dos votos do eleitorado apurados, o "não" saiu na frente. No plebiscito, cada eleitor teve que opinar em relação à criação de cada Estado, em separado - dizendo "sim" ou "não" a Tapajós e "sim" ou "não"a Carajás.
Por volta das 18h54 (horário de Brasília), 63,75 por cento dos votos eram contrários à criação de Carajás (sul e sudeste do atual Pará) e 36,25 por cento eram favoráveis.
Já 63,18 por cento eram contrários a Tapajós (a oeste) e 36,82 por cento, favoráveis.
Pelo site do Sistema Divulga, disponibilizado pelo TSE (http://divulga.tse.gov.br/) é possível acompanhar a apuração dos votos em tempo real.
No município de Marabá, a votação ocorreu com tranquilidade.
Segundo o tenente-coronel Monteiro, do 4 Batalhão da Polícia Militar de Marabá - responsável pela segurança do município durante a votação - não houve tumultos nem irregularidades durante a eleição. Apenas duas denúncias foram registradas, uma de boca de urna e outra de irregularidade na apresentação de documento. Nenhuma das duas foi confirmada.
Na sexta-feira, foi divulgada a última pesquisa do Datafolha antes do plebiscito. Nela, o índice de rejeição ao desmembramento do Pará em três Estados cresceu, sendo que 65 por cento dos paraenses são contrários à criação de Carajás e 64 são contra Tapajós.
Na pesquisa anterior, estes valores eram de 62 por cento e 61 por cento dos paraenses, respectivamente. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos.


Grave acidente deixa mortos e outro bastante ferido no Piauí

Um dos mortos é o motorista do Fiat que não resistiu aos ferimentos e morreu no local



Um grave acidente ocorrido na noite deste domingo (11), por volta das 23h, no km 288 da BR 316, área do município de Dom Expedito Lopes., provocou a morte de duas pessoas e deixou outra gravemente ferida. O acidente, do tipo colisão frontal, envolveu um FIAT/SIENA FIRE, placa DCB9916/SP e uma carreta VOLVO/FH 440 6X2T, placa MVW6310/TO.

Um dos mortos é o motorista do Fiat que não resistiu aos ferimentos e morreu no local. Ele ainda não foi identificado. Um passageiro identificado como Francisco João faleceu a caminho do hospital, ficando ainda ferido gravemente Maurício Segundo de Sousa Silva, sendo levado ao hospital Justino Luz em Picos. O condutor da carreta fugiu do local após o acidente.

Os veículos ficaram na pista e com a dificuldade da Polícia Rodoviária em removê-los, a rodovia encontra-se totalmente interditada . A carreta está carregada com 25 toneladas de carne, e a empresa proprietária já foi acionada para remover a carga, que só após a remoção, o veículo será retirado da pista.

Para seguir viagem, quem vem no sentido Picos/ Teresina, está seguindo por um desvio a 200 metros do Posto da PRF de Picos, onde se dobra à esquerda na PI 460 para Paquetá do Piauí, em seguida dirige-se pela PI 242 para Santa Cruz do Piauí, e no Povoado Buriti Grande (município de Dom Expedito Lopes) retornando para BR 316 no km 275. No sentido Teresina/PI à Picos/PI faz-se o inverso.



Fonte: Com informações do Mural da Vila

Vendedor foi assassinado com 5 tiros na cabeça na manhã deste domingo em Patos na Paraiba


A onda de assassinatos continua assustando a cidade de Patos. Logo nas primeiras horas da manhã deste domingo, dia 11/12, o vendedor Josinaldo Rodrigues de Oliveira, (Naldinho) de 31 anos, Naldinho foi assassinado no Bairro Juá Doce em Patos.

O crime aconteceu na madrugada deste domingo próximo a praça de Juá Doce e segundo informações, moradores teriam ouvido disparos e comunicaram o fato a policia.

A vítima foi atingida por 05 disparos na cabeça, vindo à óbito no local do ocorrido. A Polícia esteve no local para fazer os procedimentos de praxe, mas até o momento nenhuma informação que possa ajudar na elucidação desse crime. Com este, sobe para 58 o número de homicídios este ano em Patos.
Fonte: Mais Patos - Foto: Patos TV

 

Mossoró (RN):Jovem é encontrado morto e parcialmente enterrado dentro de uma fossa em construção após ser morto com mais de sete tiros

Mossoró (RN) - A Central de Operações da policia militar registrou na tarde de domingo 11 de dezembro de 2011, mais uma morte de forma violenta em Mossoró.

O corpo de um jovem aparentando ter entre 20 e 25 anos de idade, foi encontrado parcialmente enterrado dentro de uma fossa em construção em uma rua projetada no centro da favela do fio no bairro abolição IV. O jovem estava sem documentos de identificação.

Segundo informações, policiais foram acionados por volta de 13 horas, para checar a informação de disparos de arma de fogo na região do crime e nada foi encontrado.

Por volta de 15 horas, uma nova ligação anônima para o Ciosp, dava detalhes do local onde o corpo do jovem se encontrava.

O rapaz apresentava cerca de sete perfurações de arma de fogo: quatro perfurações na parte de trás da cabeça, Duas no rosto e uma nas costas.

No local ninguém conhece a vitima e nem ouviram disparos na localidade, apesar dos peritos do Itep acreditarem que o rapaz tenha sido morto no local onde foi encontrado.

Varias viaturas da policia militar e da delegacia de plantão foram ao local na tentativa de colherem informações.

O Bel. Clayton Pinho, Delegado regional, solicitou aos blogueiros presentes a divulgação da foto do rapaz, para tentar ajudar a localização dos familiares.
Se você conhece esse rapaz ligue para policia dizendo nome dele ou deixe um comentário no Blog.


Atenção imagens fortes:

Guerra entre famílias causa, pelo menos, cem mortes no sertão do Brasil

Briga entre os Suassuna e os Batista Mesquita já dura 30 anos e começou como uma questão política, mas atualmente os assassinatos são por vingança.

O Fantástico conta a história de uma guerra entre duas famílias no sertão do Brasil. Elas se odeiam há mais de 30 anos, e pelo menos cem pessoas já foram mortas. Muitas vezes, os assassinos são pistoleiros de aluguel.

A reportagem é de Maurício Ferraz e Alberto dos Santos.

Um assassinato durante o dia, no meio da rua. A vítima é Aldo Suassuna, um preso em regime semiaberto. A data: 25 de junho passado. Para a polícia, esse é o crime mais recente de uma rivalidade sangrenta: cerca de cem mortos nos últimos 30 anos. Só agora, em 2011, foram pelo menos 15 assassinatos.

A guerra que se concentra na região de Catolé do Rocha, no sertão paraibano, envolve duas famílias tradicionais: os Suassuna e os Batista Mesquita, conhecidos na região como família Oliveira. No começo, a briga era por questões políticas.

“O motivo, hoje, não é poder, não é dinheiro. É só vingança pessoal. Você matou meu pai, eu vou matar seu filho”, explica o delegado regional André Rabelo.

Por causa dessa guerra de famílias, 21 pessoas foram presas neste ano na operação policial Laços de sangue. Entre os detidos, estava Marcelo Oliveira, suspeito de ser um dos mandantes do assassinato de Aldo Suassuna. Marcelo tinha dois irmãos. Os dois foram assassinados.

Em um depoimento à polícia, obtido com exclusividade pelo Fantástico, Marcelo confessa um homicídio e confirma a guerra entre os Oliveira e os Suassuna.
“O primeiro que eu perdi foi meu pai e meu tio. Aí começaram a matar meus irmãos, meus primos”, afirma Marcelo.

-Aí teve que ser trocado?
“Que nem naquele ditado: se correr o bicho pega, se ficar o bicho come”.

Depois que prestou depoimento, Marcelo Oliveira foi para um presídio de segurança máxima. Mas ficou menos de 12 horas preso. Ele foi encontrado morto e queimado. A polícia suspeita que Marcelo tenha sido mais um alvo dessa guerra no sertão paraibano.
Quem não tem dúvida disso são as irmãs de Marcelo, que também foram presas na época da operação Laços de Sangue. Segundo as investigações, as irmãs Cleide e Nalva são as chefes da família Oliveira. Ao ser presa, Cleide estava com um revólver.

Na outra família, diz a polícia, quem manda é Humberto Suassuna. Ele não tem porte de arma, mas também estava com uma pistola quando foi preso. Nalva, Cleide e Humberto estão na cadeia, aguardando o julgamento.

O delegado regional Cristiano Jacques conta: “As famílias se reuniam, contratavam pistoleiros. Geralmente eram pessoas que eram ex-presidiários ou presidiários que estavam no regime semiaberto”.

E parte do dinheiro para pagar os pistoleiros vinha de uma fonte inusitada, diz o delegado: “As famílias colocavam os seus integrantes no seguro de vida, já que se houvesse a morte de alguns, esse dinheiro era utilizado para financiar a morte como vingança daquela pessoa que foi perdida pela família”.

De acordo com as investigações, outra parte do dinheiro para bancar os assassinatos vinha de parentes que se mudaram para São Paulo. No estado paulista, cinco pessoas estão com prisão decretada e são consideradas foragidas da Justiça. Entre elas, Geneton Oliveira, réu em vários processos de homicídios. Segundo a polícia, mesmo morando em São Paulo, ele ordenava e financiava parte das mortes.

Para o procurador-geral de Justiça da Paraíba Oswaldo Trigueiro, Geneton Oliveira conta hoje com proteção ilegal de policiais paulistas. “Esse esquema envolve realmente na liderança policiais civis e militares do estado de São Paulo. A gente sabe dessa relação e a dificuldade está aí”, conta ele.

O Ministério Público de São Paulo diz que tenta, junto com os promotores da Paraíba, prender os foragidos e identificar quem daria proteção.

Depois das prisões realizadas na operação Laços de Sangue, o medo de ser a próxima vítima não fica restrito mais aos integrantes das duas famílias. No fórum de Catolé do Rocha se concentra a maior parte dos processos contra as famílias Oliveira e Suassuna. No local, existe todo um esquema de segurança para proteger os dois juízes da cidade. Os policiais ficam armados inclusive com fuzil.
O juiz Fabrício Meira Macedo conta: “Só mesmo com esse aparato de segurança para que a gente tenha a tranquilidade necessária para se concentrar nos processos”.

Os juízes estão fazendo um mutirão para que os processos sejam julgados rapidamente.

“A gente tem que desenvolver o nosso trabalho com imparcialidade, com independência e sem deixar se intimidar”, alega o juiz Antônio Eimar de Lima.

Às cinco horas da tarde, os juízes deixam o fórum. Policiais de elite da Civil e da Militar se preparam para fazer a escolta. Entre as autoridades que já foram ameaçadas, estão o delegado que investigou o caso e a juíza da cidade de Patos, também na Paraíba, Higyna Bezerra. Foi ela quem decretou as prisões de integrantes das duas famílias.

O Fantástico acompanhou um dia de trabalho dessa juíza. Higyna anda escoltada e sempre deixa uma arma pronta para o uso. E não é só. “Foi necessário mandar blindar o carro, porque não me sentia segura para andar mais em carro normal”, conta a juíza.

A morte da juíza Higyna Bezerra teria sido encomendada por R$ 100 mil, a mando da família Oliveira. Quem denunciou foi um preso acusado de homicídio. A equipe do Fantástico foi atrás dele em um presídio de segurança máxima. Segundo a polícia, Kléber do Nascimento Neres, o Kléber Chocolate, é um pistoleiro. Ele confirma que autoridades estão marcadas para morrer: “Os juízes correm risco de vida. E muito. Porque eles entraram em uma guerra que não tem nada a ver com eles”.

Para a equipe do Fantástico, Kléber Chocolate diz que não é pistoleiro e nunca matou ninguém, mas confirma ter recebido várias propostas: “Já falaram que tem uma pessoa para matar e paga R$ 20, R$ 30 mil. Oferecia pistola, carro, moto. Tem mais pessoas marcadas para morrer. Essa guerra não acabou nem vai acabar”.

“Isso não vai impedir de agir, isso não vai me impedir de continuar à frente desse processo, buscando justiça para as pessoas”, garante a juíza Higyna Bezerra.

Só por uma questão de segurança, os policiais estão escoltando a gente ate a saída da cidade. Até a gente pegar a estrada. Procuramos os advogados dos Suassuna e dos Oliveira. Em nota, o advogado de Humberto Suassuna, que é o chefe dessa família, diz que seu cliente é um cidadão de bem e que nunca se envolveu em brigas desse tipo.

Alega também que Humberto estava armado no dia da prisão para sua defesa pessoal porque tinha sofrido um atentando.

O advogado dos Oliveira também mandou uma nota ao Fantástico. Diz que as irmãs Cleide e Nalva, apontadas como chefes desse grupo, são inocentes e que não financiavam os assassinatos. O advogado também diz que é falsa acusação de que elas encomendaram a morte de um juiz.

“São pessoas que realmente viviam exclusivamente dentro dessa guerra, mas agora foi dado um basta”, diz o delegado Cristiano Jacques. 



Fonte: Fantástico

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